Imperatriz protesta contra o aumento da violência

quarta-feira, 3 de junho de 2015

O aumento da violência tem assustado os moradores e os comerciantes de Imperatriz, a maior cidade do interior do Maranhão, principalmente depois do assassinato do taxista Eurico Neres Costa e da promotora de vendas Maria Edilene Castro, crimes que abalaram à população que clama por reforço na segurança pública Imperatriz.

O vereador Fidelis Uchoa (PRB) solicitou nesta quarta-feira (3) na tribuna “Freitas Filho” uma audiência com o governador Flávio Dino e a cúpula da segurança pública do Maranhão. Ele diz que medidas precisam ser adotadas urgentemente para reduzir a criminalidade que assola a cidade, pois “é inconcebível que vidas de pais de família sejam ceifadas em diversos bairros da grande Imperatriz”.

“Esse problema da insegurança afeta diretamente o cidadão e o setor comercial, como é o caso de uma concessionária de revenda de caminhonetes que sente o reflexo na queda das vendas por conta da ação das quadrilhas especializadas em roubos de veículos em Imperatriz”, relatou ele, ao citar que a comunidade imperatrizense não pode usufruir um bem por está refém do medo e da insegurança que tomou de conta da cidade.

Segundo ele, a segurança pública é dever do Estado do Maranhão que precisar dar uma resposta [rápida] para o povo de Imperatriz. Fidelis Uchoa também reclamou da falta de viaturas e de condições de trabalho para os policiais na área do 14º Batalhão de Polícia Militar, responsável pela área da BR-010, em Imperatriz, a Amarante do Maranhão.

O vereador Rildo de Oliveira Amaral (SD) considera um absurdo uma sociedade ficar refém do chamado “excesso de direito” e denunciou a existência de um grupo conhecido por “Gangue do Pão de Queijo”. “Teve um membro dessa gangue que fez doze assaltos em um único dia, mas acabou sendo capturado na altura da rua Sousa Lima pela Polícia Militar, porém antes que levá-lo para a Depol o promotor de Justiça já esperava pela guarnição de serviço”, detalhou.

Rildo Amaral considera um absurdo que gangues impõem toque de recolher e obrigando famílias a colocar grades, construir muros e dispositivos de seguranças para evitar assaltos e arrombamentos de residências e comércios. “A sociedade precisa entender que a polícia tem trabalhado, e neste caso da jovem senhora Edilene Castro o menor infrator chegou a ser apreendido mais de nove meses pela Polícia Militar”, ressalta.

O vereador reconhece o esforço da polícia, embora tenha limitações de viaturas e condições de trabalho, tem se desdobrado para dar uma resposta à sociedade de Imperatriz.
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