Estuprador e assassino confesso de adolescente tinha uma lista com 60 nomes dos próximos alvos; veja a lista

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Uma lista com nomes femininos foi encontrada na casa de Alcino Vilarim, o nome de Kaylane era o primeiro da sequência.
A lista constava 60 nomes, que ele classificava por nomes, apelidos ou locais de trabalhos dos alvos que estavam na lista do assassino. Várias pessoas ao tomar conhecimento da lista ficaram chocadas ao verem o nome de seus filhos como um dos alvos.
Um dos casos que chamou atenção também foi está entre alvos uma criança de apenas 3 anos e sua mãe.

Ele classificava a lista dos alvos, como, "Harém Final", e ainda estipulou o prazo de 100 dias para conseguir atingir todos os alvos da lista. O prazo exposto na lista seria até o dia 30 de outubro de 2015.
Segundo o delegado regional, Eduardo Galvão, na casa do assassino confesso da menina de 13 anos, foi encontrado, também, um segundo caderno de anotações com termos que se referem a armas e morte. O material recolhido na casa será encaminhado para a perícia.
“Infelizmente ele inicia com a Kaylane uma pretensa necessidade de matar”, destaca o delegado.
O delegado regional acompanhou a perícia realizado no corpo de Kaylane Ferreira, pelos peritos do Instituto Médico Legal (IML). Ainda segundo o delegado, a menina sofreu abuso sexual antes de ser morta, só depois ela foi esfaqueada.
A polícia chegou ao suspeito do crime, depois que a perícia identificou o tipo da arma que feriu Kaylane.
“[A perícia] nos orientou a procurar um açougueiro ou um marceneiro, alguém que utilizasse um instrumento de gume bastante afiado, que utilizasse na profissão, e realmente não deu outra, quando chegamos na casa do Alcino, que é marceneiro de profissão, lá verificamos dois facões extremamente afiados, e havia, também, uma mancha de sangue, que ele tentou pintar, no tempo em que saímos pra pegar o perito ele passou uma segunda ademão de tinta, ele queria ocultar as provas”, explica o delegado Eduardo Galvão.
Um reagente químico foi utilizado para apontar as manchas de sangue, então, Alcino Vilarin confessou a autoria do crime. Ele está preso na Unidade Prisional de Davinópolis.
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